Vendas de e-books devem dobrar em 2010

sexta-feira, 08 de janeiro de 2010
LAS VEGAS  - Esta semana, cerca de 20 fabricantes de eletrônicos ou comerciantes de material de leitura estão demonstrando e-readers na Consumer Electronics Show, que pela primeira vez tem uma seção dedicada ao produto.
Os e-books ainda representam uma pequena parcela das vendas de livros, mas sua popularidade está crescendo rapidamente.
De acordo com a Consumer Electronics Association, que organiza o evento, 2,2 milhões de e-readers foram distribuidos para as lojas em 2009, quase quatro vezes o volume do ano anterior. Este ano, o grupo espera que o número chegue a 5 milhões.
Os e-readers da Sony e outras companhias apareceram no mercado antes do Kindle, da Amazon, em 2007. Mas o Kindle foi o primeiro que ofereceu download sem fio de livros, facilitando as compras por impulso.
Desde a estreia do Kindle a US$ 399, a Amazon baixou o preço para US$ 259 e atraiu compradores com material barato, como lançamentos por US$ 10. No dia de Natal, a Amazon vendeu mais e-books do que cópias físicas pela primeira vez.
Para acompanhar, a Barnes & Noble lançou o Nook, por US$ 259 Nook, e a Sony permaneceu no jogo com seu Readers, com um modelo básico por US$ 200. Cada um oferece centenas de milhares de títulos com apenas alguns exclusivos – os editores mostraram pouco interesse em favorecer um ou outro equipamento.
Agora, outras empresas estão entrando no jogo. A Samsung é uma delas e anunciou um leitor para este ano. Outras companhias de menor porte e alcance local nos EUA também estão presentes na feira demonstrando seus modelos.

8_sites_ebookEsta semana, cerca de 20 fabricantes de eletrônicos ou comerciantes de material de leitura estão demonstrando e-readers na Consumer Electronics Show, que pela primeira vez tem uma seção dedicada ao produto.

Os e-books ainda representam uma pequena parcela das vendas de livros, mas sua popularidade está crescendo rapidamente.

De acordo com a Consumer Electronics Association, que organiza o evento, 2,2 milhões de e-readers foram distribuidos para as lojas em 2009, quase quatro vezes o volume do ano anterior. Este ano, o grupo espera que o número chegue a 5 milhões.

Os e-readers da Sony e outras companhias apareceram no mercado antes do Kindle, da Amazon, em 2007. Mas o Kindle foi o primeiro que ofereceu download sem fio de livros, facilitando as compras por impulso.

Desde a estreia do Kindle a US$ 399, a Amazon baixou o preço para US$ 259 e atraiu compradores com material barato, como lançamentos por US$ 10. No dia de Natal, a Amazon vendeu mais e-books do que cópias físicas pela primeira vez.

Para acompanhar, a Barnes & Noble lançou o Nook, por US$ 259 Nook, e a Sony permaneceu no jogo com seu Readers, com um modelo básico por US$ 200. Cada um oferece centenas de milhares de títulos com apenas alguns exclusivos – os editores mostraram pouco interesse em favorecer um ou outro equipamento.

Agora, outras empresas estão entrando no jogo. A Samsung é uma delas e anunciou um leitor para este ano. Outras companhias de menor porte e alcance local nos EUA também estão presentes na feira demonstrando seus modelos.

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